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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Até janeiro!

Meus queridos amigos,


Infelizmente venho hoje dar a noticia de que estou me afastando da blogosfera. Calma! É temporário (risos). Pretendo ficar ausente até janeiro, talvez eu faça uma participação especial em dezembro para falar de natal (ou não), mas espero voltar só em janeiro com as ideias malucas que rodopiam em minha cabeça.

Todos que me conhecem de longa data já me ouviram falar em monografia. É eu parei algumas vezes antes para dar um up nessa pesquisa, mas agora é sério de verdade porque estou em fase final. As séries vão ficar paradas porque não programei nada (não deu tempo), mas vocês poderão me encontrar no blog O que tem na nossa estante , onde tenho algumas resenhas programadas. Recomendo que vejam também as outras resenhistas e fiquem de olho que nós estamos fazendo alguns sorteios também.

Quando eu voltar de "férias" prometo que conto sobre o que é a minha monografia (talvez eu coloque a introdução mesmo, fica mais fácil e resumido, já que nessa parte a gente dá uma prévia de toda a monografia) e acabo com esse mistério de longa data.

Desejo um ótimo Natal, Um ótimo Reveillon e um Ano Novo simplesmente brilhante de novas e boas oportunidades a todos e todas!

Um grande beijo,
Alê lemos

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Marina Marina

Autor:Sulema Mendes
Editora: Ediouro
Ano: 1978

Li esse livro para uma prova e adorei. Marina é uma menina criada afastada da cidade e da civilização. Ela e seu pai mudaram do Rio de Janeiro após a mãe da personagem morrer atropelada. Anos depois, porém, seu pai resolve que está na hora da filha se readaptar à sociedade, e a envia para estudar no Rio de janeiro.
 
Hospedada na casa dos padrinhos, logo faz amizade com Potoca e seu papagaio (a filha mais nova e seu pet), mas tem dificuldade em se relacionar com os filhos mais velhos, pois estes são adolescentes populares na escola que não querem pagar mico por causa de Marina, uma menina simples do interior.

Assim que chega, ela arruma um pretendente. Um rapaz super fofo e brincalhão que a defende, já que os garotos que moram com ela não estão nem aí para a zoação do resto da escola. Ele vai a vários lugares da cidade com ela e ensina Marina a confiar em si mesma. Aos poucos ela vai mostrando seu valor e deixa as rivais (como Verinha) morrendo de inveja de seu conhecimento e cultura, pois por mais que tenha sido criada no interior, seu pai era um homem culto e amante da literatura.

Ai gente, fiquei com vontade de reler esse livro! Por que é que fui desapegar dele hein? Tá que era para incentivar a leitura de crianças carentes etecetera e tal, mas eu amo tanto esse livro! É uma pena que nos dias de hoje já esteja tão esquecido. Acredita que nem achei resenhas dele no skoob? Baita de uma injustiça. Nunca vi um livro falar de bullying de uma maneira tão bacana! Dou todos os harrys  possíveis para este livro!

PS: Fiquei sabendo que esse livro inspirou uma novela, mas até hoje não descobri qual.

Beijos, Alê Lemos.

domingo, 10 de novembro de 2013

Série Sonhos Estranhos: A Boneca falante e a Guerra dos Titãs.

Sonho  1: A boneca Falante.

Outro dia sonhei que ganhava uma boneca. Era ruiva com cabelinho cortado à chanel e parecia muito com a Moranguinho, só que ela tinha pele de gente e falava. No Início Achamos uma gracinha: mostramos a curiosa criatura pros vizinhos, pros amigos e às vezes fazíamos perguntas para ela, que respondia com muita desenvoltura. O problema foi que ela resolveu perturbar todo mundo com perguntas de crianças pequenas tipo: "de onde vem os bebês?" e os eternos "por quês" inantis, e logo quisemos nos livrar dela. Não lembro como finalizamos essas situação mas que a boneca encheu o saco ah ela encheu. Será que Freud explica?


Sonho 2: A Guerra dos Titãs.

Sonhei que monstros e Titãs estavam brigando, e isso ameaçava a vida do Planeta Terra. Nesse sonho eu era a irmã mais velha de uma menina e um garotinho e tive de guiá-los para um lugar seguro enquanto a guerra de criaturas mitológicas não acabava. Foi sinistro porque passamos no meio da briga. Eu olhei de um lado e tinha uma enorme fila de Titãs e do outro uma infinita fila de Monstros, se aproximando de vagar. Apressei meus irmãozinhos (que não existem na realidade) atravessamos uma montanha e chegamos num acampamento de refugiados. 

Quando achei que podia respirar tranquila, uma valentões vieram roubar a mochila da minha irmã. Fiquei na frente dela e chamei o cara para brigar (mesmo não sabendo sequer dar um soco), só que ele fingia que aceitava para me afastar da garotinha e deixar o comparsa dele levar nossos pertences. Quando percebi corri atrás deles mas só consegui de volta alguns brinquedos. Esse dava um filme interessante não?

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Por que algumas pessoas acham que o preconceito é justificável?

A luta contra o Machismo é uma luta diária. Por mais que as feministas tentem esclarecer, há muitos homens e mulheres machistas que simplesmente não tentam entender a ideia. É por isso que não fiquei nada surpresa quando li no facebook as declarações do web star Felipe Neto.

Não sou a favor de esculachos públicos, mas simplesmente não dá para não comentar essas falas :


É mesmo muito comum que mulheres postem fotos nas redes sociais com o foco da câmera nos próprios peitos ou na bunda, sei lá mais onde. Eu não faria o mesmo porque fui educada para reprimir a minha sexualidade, como a maioria das mulheres (tomei princesas disney na veia mesmo), mas admiro quem consegue fugir de educação repressora e se sente livre para expressar sua sensualidade. Afinal porque só os homens podem fazer isso? Porque eles podem xingar os colegas  de maricas, bichas, viados coçar o saco e exaltar o próprio falo  e a mulher não pode tirar uma foto mais sensual? É o mesmo tipo de afirmação da sexualidade. Por que a mulher deve ser reprimida e tomar uma "torre" como o referido ator diz?

Na minha modesta opinião, isso é resquício de uma tradição antiga onde a mulher fazia parte dos bens materiais do homem e era considerada uma eterna criança incapaz. O que mostra que a mulher era vista como objeto mesmo que fosse "casta". Acho que isso ainda persiste e está sinalizado na fala do Felipe, pela necessidade de defesa que ele tem, da possível filha que ele teria. Não quero dizer que não existiria afeto, mas porque a diferença de tratamento entre o filho e a filha? Porque assim como na antiguidade, a castidade da mulher está diretamente ligada a defesa da masculinidade do protetor. O homem literalmente se sente o macho alfa do galinheiro, ele e somente ele é o dono de todas as fêmeas, mesmo  no caso da filha, sem a intenção de criar uma relação homossexual.

O que me confunde é: se a regra da sociedade ordena que os caras tenham que pegar todo mundo, como é que haveria moças virgens(como ela também propõe)? Rapazes respeitem a sexualidade das moças! E se decidam: vocês querem retranqueiras ou devassas? Por que não faz sentido desprezar as garotas que estão doidinhas por um "xamego" para infernizar as mais "santinhas" (tô sem termo para substituir retranqueiras) para ir pro motel. Ambos os tipos merecem respeito, porque são pessoas como qualquer um e seu valor é dado pelas coisas que já enfrentou na vida e pelo que ela é e não por seus hábitos de vida.