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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O bafo do dragão: Porque eu não ouso sair de casa no verão.

São João Batista
Com esse calor desgramado que a gente tem aqui no Rio de Janeiro (com máxima de 43 gruas), eu - branquela do jeito que sou- evito de sair muito (enquanto estou de férias), para não ficar que nem camarão frito.  Afinal por não ter muita melanina fico mais desprotegida e propensa ao câncer de pele. Ainda bem que não gosto de praia né?

Infelizmente, porém, os ossos do ofício (do historiador) me obrigam a sair de casa. Na quarta feira eu fui nesse cemitério aqui ao lado fazer uma pesquisa. Para quem não sabe minha monografia fala de morte no Rio de Janeiro no período da Belle Époque (metade do século XIX até a segunda década do XX). Não que eu sempre tenha querido falar de morte, ou tenha um vínculo especial com essa época, escolhi o tema simplesmente porque meu orientador me ofereceu essa pesquisa neste cemitério (que vocês estão vendo à esquerda) e na época  tinha a ver com o tipo de arte que eu gostava (Neoclássico).

Hoje, a pesar disto que o personare diz:

Considerando o Stellium (conglomerado astral) no signo de Escorpião em seu mapa astral, Alê, as atividades profissionais ligadas à morte e a temas tabus são favorecidas: desde medicina, anatomia, psiquiatria, psicanálise, até atividades que lidam com crises, como a de segurador. Atividades ligadas ao senso de investigação são excelentes: detetive, criminalista, espeleólogo, pesquisador científico.

No zodíaco, Escorpião é um símbolo de morte e renascimento e, por isso, sente uma inclinação natural por tudo o que envolva os mistérios da vida e da morte: a biologia, as ciências da...
 

Eu acho que me aprofundar em cemitério não é comigo. Está dando um trabalhão encontrar dados das pessoas que eu pesquiso (uns burgueses árabes), sem falar que enfrentar lagartinhos de Cemitério, teias de aranhas (que grudavam em minhas pernas) e fugir das "limpadoras de jazigo" não faz o meu gênero. É meio desconfortável fazer perguntas sobre o tema, porque você nunca sabe a resposta que vão te dar. No cartório só pedem documentos e mais documentos e impõe barreiras para descobrirmos as coisas. Já as limpadoras de jazigo são mais bem humoradas, (afinal estão doidas para arrancar teu dinheiro) até consegui um relato bacana de uma delas:

"Esse jazigo aí, é da época do império! 
Mandaram fazer na Europa
 e só montaram as peças aqui"

Até esse momento ainda tinha uma brisa ou outra passando, mas as 10 em ponto minha testa parecia uma bica. Fiz uma prece lá pelos mortos, afinal eu fui perturbá-los por motivos acadêmicos, mas mesmo assim fui perturbá-los não é? Como esqueci a rosa que costumo levar, fiz uma oração pela paz das almas muito breve, porque estava doida para sair dali. Infelizmente na hora que deixei a cidade dos mortos carioca peguei uma rua enorme para chegar no ponto do ônibus e minhas costas ficaram ensopadas. Ainda bem que estava de saia preta, porque aqui quando sentamos no ônibus no verão, ficamos com uma mancha enorme de suor na bunda. E claro tem sempre alguém para cochichar que fizemos xixi nas calças né?
Não reparem a qualidade da imagem, celular é assim mesmo

Como não tem condução direta da minha casa para a zona sul, acabei tendo que passar no centro, onde  aproveitei para resolver alguns problemas. Chegando lá me deu uma súbita vontade de entrar na igreja do Largo do São Francisco, e por azar (será?) estava tendo uma missa. Eu com vergonha de sair na mesma hora do início do culto fiquei sentadinha aproveitando o ventilador da igreja. Espero que Deus me perdoe pelo oportunismo. Imagina: ficar na igreja apenas para pegar um vento! Pior que minha amiga que vai pro shopping só pra tomar casquinha e usufruir do ar condicionado. Ao menos ela não estava em lugar sagrado né verdade?

Mas valeu a pena(o pecado), ao menos vi obras de arte lindíssimas, como essa santa (será que é a santa Rita?):
Mas cheguei em casa um trapo. Andei demais no calor. Suei muito e ainda tive dor de cabeça. Protetor solar não ajuda muito porque derrete e te dá logo vontade de tomar outro banho. Só no ar condicionado mesmo que a gente supera o desconforto, porque nem bebendo água toda hora a temperatura do corpo desce, e dá uma moleza! Acredita que no dia seguinte tive ressaca do calor? E olha que só fiquei de 9 da manhã a 15 horas na rua. Imagina quem trabalha nesse sol como não fica? Eu já nem sei mais o que é inverno, porque há uns 3 anos que esse fenômeno não ocorre no Rio de Janeiro. Não sei como esses caras que vendem água no trânsito ainda não ficaram ricos, porque o mormaço é um verdadeiro bafo de dragão: fede e queima.


Bom, por hoje é só meus bons amigos!
Um abraço da Alê.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Dublagem brasileira. Todo tradutor é um traidor?

Eu ouço muita gente reclamando da dublagem brasileira. É muito comum ouvir "Eu não assisto filme dublado só legendado. A dublagem é uma porcaria.". Quando você pede para a pessoa explicar, vai pescar que ela acha que uma boa dublagem é aquela que traduz literalmente.  Tipo se o cara do filme diz "fuck you" e o dublador diz "vá se ferrar" ao invés de "foda-se" já cria polêmica: "a dublagem brasileira é moralista!". Se é moralista ou não, não acho que importe. A intenção não foi de praguejar? De desejar o mal para outro? então cumpriu bem o objetivo.

Aliais, dublagem é uma coisa complicada. Quer dizer toda tradução é complicada, pois quando se traduz um enredo vocẽ não só muda a lingua da comunicação vocẽ tem a missão de fazer um povo entender uma cultura diferente da dele, e por isso  vocẽ acaba trocando a expressão que a personagem usou lá para uma totalmente diferente que temos aqui, mas que tem o mesmo significado.

No caso de músicas, a coisa é ainda mais complicada. A melodia não deve ser alterada, mas o sentido tem que ser o mesmo. Veja nesse vídeo do filme frozen:

Em português a Elsa canta "Livre Estou", mas em inglês é "let it go!" ou seja: "deixe ir". Se você cantar "deixe ir" até encaixa na métrica (eu acho), mas a sonoridade é diferente*, e isso atrapalha a canção inteira. Então o que acontece é que na música não se faz uma tradução e sim uma versão da original, para manter a qualidade do som e da canção. Então por que se preocupar com traduções ao pé da letra?

A dublagem brasileira é tida internacionalmente como muito boa, e isso se deve a criatividade do nosso povo para fazer versões. Um bom exemplo disso é a dublagem de Yusuke Urameshi de Yuyu Hakushô. Infelizmente não consegui colocar os vídeos dele aqui, mas o dublador do Yusuke era muito hilário. Veja algumas frases que ele encaixou no anime:

"Tô na área se derrubou é pênalti"
"Tu é grande mas não é dois, e eu sou pequeno mas não sou meio"
"Pára o mundo que eu quero descer!"
"Pára o mundo que não me chamo Raimundo"
"Estou mais quebrado que arroz de terceira"

Provavelmente essas frases não existiam no Japão, mas o rapaz captou a personalidade engraçadinha do Yusuke e dublou frases com sentidos parecidos da nossa cultura. Acho que teve isso também naquele desenho "du dudu e edu", pois o dublador inseriu uma frase típica do seu personagem que não tinha no original ( "eu gosto é de frango com quiabo!").

Enfim, antes de criticar repare bem na qualidade do que você está ouvindo. E não falo apenas da tradução, repara no contexto todo do filme, da música ou do desenho. Literalidade nem sempre é qualidade.

Esse foi apenas um pequeno desabafo kkk uma boa semana para vocês! Fiquem com uma pequena curiosidade nerd:








* Se você reparar, vai ver que "go" tem o mesmo som que o "ou" de "estou".







sábado, 25 de janeiro de 2014

Sexta feira com a Família real em Petrópolis.

Viajei pouco na infância e na adolescência. Conheci São Pedro da Aldeia,  Itaipuaçu , uma pequena enseada em Angra dos Reis e poucas ruas em Paraty. O motivo é que minha querida avó Luzia, que morava conosco, reclamava que ficava cansada nas viagens, e reclamava também se a deixássemos sozinha para viajar.

Na adolescência, o motivo era outro, mas ainda sim era por causa da vovó: ela foi vítima de um avc. Não tendo com quem deixá-la nunca nos atrevemos a viajar em família. Só comecei a bater as asinhas em 2007 quando uma amiga da minha mãe me levou a Saquarema. O chato é que não tenho nenhuma foto de lá (a câmera do celular era péssima), mas enfim, depois disso eu fui a Volta Redonda com meu irmão, apenas para um casamento, e só deu pra conhecer a igreja, a rodoviária e a CSN (essa só o lado de fora), mas a paisagem da estrada era linda, tirei várias fotos.

Ano passado, eu fui à São Paulo de avião, e conheci a Michele e a Pandora. Foi a melhor viagem desde 2007, porque conheci muita coisa lá. Foram os três dias mais cansativos e maravilhosos da minha pobre existência (drama básico, não reparem, é só pra dar um estilo) porque acordávamos de manhã e perambulávamos pela Avenida Paulista o dia inteiro. É verdade que quase não se via plantas nas ruas, apenas prédios e carros, mas temos muito o que aprender com a organização deles. A biblioteca dá banho nas daqui, e no metrô você pode comprar clássicos da literatura a 2 reais.

Mas voltando ao foco principal, ano passado uma turma de amigos meus me convidou para ir a Petrópolis, mas na correria do final do período ninguém estava podendo viajar. Então tentei de novo reunir a galera no meu aniversário, mas a chuva de verão não perdoa e castigou a cidade imperial e a minha também. Em janeiro o pessoal estava de férias e já tinha outros planos, então eu meio que já estava sem esperança de conseguir conhecer a cidade quando fui surpreendida pelos meus pais: "Aleska, amanhã nós vamos a Petrópolis!" .É claro que tive dificuldades de acreditar no que eu estava ouvindo, ainda mais porque o site 'Tempo Agora' estava indicando chuva para ontem, então nem criei expectativas. Só senti que a coisa era séria quando minha mãe me chamou na manhã seguinte e eu vi que ela já estava se arrumando para ir.

Parada de Lucas
No caminho, conheci um pouco mais da minha cidade, como os bairros de Madureira, Vila da Penha e Vila Kosmos. Passamos na frente da casa que minha mãe morou quando pequena, e várias histórias da infância dela vieram à tona. Passamos também por Xerém, Campos Elíseos e Duque de Caxias. Pena que não consegui pegar o celular à tempo para fotografar o shopping center de Caxias. Queria mostrar para um amigo onde estive, porque ele morou lá há alguns anos atrás.Todos esses lugares tem uma fama um bocado ruim, mas eu como uma boa pessoa esquisita, fiquei tranquilona tirando foto das paisagens.

Vista da Serra de petrópolis
Meu pai é quem me deixava um pouco nervosa durante a viagem. Ele e Ofélia (o maldito GPS) ficavam brigando, porque a maldita máquina dava uns "bizus" (conselhos) furados. Além disso, ele reclamou do pedágio (8 contos), reclamou das vagas de estacionamento para idoso (porque ficamos um tempão rodando atrás de vaga e as únicas vazias eram de prioridade) e do dinheiro que a gente estava gastando. Só ficou mais calmo quando encontrou um self service horroroso que custava só 9,90.  Porém, acho que apesar da rabugice dele, também acabou curtindo a viagem. Ficou implicando com minha mãe perguntando(o tempo todo) se ela não queria andar de carruagem, quando ela claramente disse que não gostava desse passeio ("a gente só fica batendo a bunda no banco, não tem a menor graça!").


Diferentemente de quando combinei com meus amigos, eu e meus pais não tínhamos um itinerário para cumprir,  então foi tudo na base do improviso. Minha mãe foi contando de quando ela era pequena e de como os brioches da Casa do alemão eram bons, então não resistimos quando vimos essa loja na entrada de Petrópolis. Era meio careira, mas pelo sabor da lembrança, meu pai com muita dor aceitou a facada por três brioches e três cocas. Essa foi a nossa primeira parada depois de uma hora e meia de viagem.  Aliais, foi um abençoado tempo que passamos na estrada, tão bom quanto parar para comer algo típico. È verdade que no início ficamos meio chateados por ter que desligar o ar condicionado na subida da serra(o ar foi mau instalado, então acabava aquecendo demais o motor), mas ao abrir as janelas, lá veio o perfume do mato e das flores junto com um ventinho fresquinho fresquinho. Pena é que não fez esse vento lá na cidade. Só no museu imperial que tinha muita vegetação  é que tivemos uma breve folga do calor.


Entrada de Petrópolis.


Mas o legal dessa cidade é que ela é linda! É limpa, bem organizada e tem muitas casas no estilo alemão. Tem também muitas mansões neoclássicas , mas o destaque com certeza é a arquitetura alemã (ao menos para mim, porque já estou acostumada com o neoclássico aqui do Rio). Veja que gracinha:

Depois de muito fotografar as casas da cidade, chegamos ao Museu Imperial. Na frente, tinha as charretes do século XIX, que tinham estacionamento exclusivo e alguns cães abandonados (2 para falar a verdade). Não pudemos estacionar ali, mas depois de uns 40 minutos procurando vaga voltamos para frente do museu (um pouco afastado das charretes tinha vaga para visitantes) eu fiz uma simpatia da minha vizinha para encontrar vaga (coçar o bumbum) e alguém saiu(sinistro não?).  Infelizmente, não pude tirar fotos dentro do museu, mas só o jardim já era um bom cenário para fotografias:
Infelizmente o espetáculo Som e Luz estava suspenso por problemas técnicos (eu sempre quis ver, desde que eu vi a inauguração pelo RJ TV), mas não foi uma viagem perdida. Vi o cetro de Dom Pedro II (que tinha um dragão no topo. Fiquei pensando se os Bragança não tinha descendência dos Targeryan piada nerd), vi as joias reais, a coroa, a prataria, o jogo de jantar, caixas ornadas com madrepérola, porcelanas da China, esculturas em marfim, diversos retratos mega fiéis da monarquia e da nobreza, móveis centenários com um brilho que o MDF nunca irá conhecer, tapetes vermelhos, paisagens do Rio e de Petrópolis pintadas por artistas famosos, a pena que a princesa usou para assinar a Lei áurea, as joias (magnificas, por sinal) da esposa de um mordomo, uma garrafa de vidro com uma pintura incrível de Dom Pedro, os berços da família real feitos de madeira nobre e outros pintados de dourado, as camas dos monarcas entre outras coisas. No fim da exposição, tinha uma loja de souvenires, vejam meu espólio:
Na verdade, meus são só os postais, o lápis com o dragãozinho e o folheto da exposição ( que mesquinhamente você tinha que comprar. Nunca vi isso aqui no Rio)o quebra cabeça da pintura de D Pedro II, a pulseira e o brasão da família real são da minha mãe. Eu queria ter trazido uma camisa do dragão ou a caneca do museu, mas sabe como é ir sem grana né? É preciso maneirar no que você pede aos outros (mesmo sendo seus pais). Espero um dia voltar lá e arrematar a caneca para minha coleção (e também o livro do Vítor Meirelles que era um importante pintor da Academia Imperial de Bellas Artes).

Depois disso visitamos uma praça onde outra estátua do Pedro II estava e também uma outra do Visconde de Mauá, onde tinha uma estátua imensa de uma águia comendo uma serpente. Foi nessa praça que entrei numa exposição de arte contemporânea patrocinada pela prefeitura. Não sou fã desse tipo de arte, até porque ainda não a estudei e conheço muito pouco sobre o assunto, mas tirei algumas fotos porque a proposta era boa: fazer arte com coisas da natureza que já estivessem mortas:
Íamos visitar o palácio de Cristal e a Rua Teresa mas minha mãe não se aguentava mais em pé (e o calor estava de matar também) e o máximo que fizemos foi entrar na catedral (ela reclamou das escadas kkkkk) e foi a melhor coisa que fizemos, porque lá dentro é lindo. Cheio de vitrais temáticos, com a vida e a paixão de Cristo, mas também com alguns temas atuais que não identifiquei de imediato, porque não sou católica. Lá tinha também os restos mortais de uns príncipes que morreram pequenos, e fiquei empolgada porque minha monografia tem a ver com esse assunto de sepultamento nas igrejas. pena que meus pais já estavam sem saco e não quiseram ouvir o guia tão simpático que estava na porta da igreja.

Catedral São Pedro de Alcântara.


Agora vamos ao lado de dentro:

Teto da igreja.

altar da catedral.
Paixão de Cristo em alto relevo.






restos mortais dos príncipes

Eu ainda queria ir na Quitandinha, pois uma amiga havia insistido muito para incluir no itinerário da viagem do grupo, mas acabou que meus velhos estavam muito cansados e viemos embora para casa logo após meditarmos na igreja. Foi um belo presente para mim. Não me sinto feliz assim com qualquer coisa sabe? É muito intensa a experiência de sair de casa e conhecer outros lugares (pra mim) me sinto livre sabe? Ai como é bom viajar!

E você, já foi a Petrópolis?

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Inauguração.

Boa tarde, amigos!

Eu finalmente inaugurei a aba "A loja das ideias".  Coloquei algumas coisas no prego porque já não uso mais e por que preciso de umas verdinhas para comprar meus livros de arte sabe? Vou tentar a bolsa de mestrado no final do ano e queria ter um cascalhinho disponível na conta para gastar com xerox e livros. Como ainda não tenho a licenciatura completa, não posso arrumar um emprego e dar aulas :/ por isso apelo a vocês. Deem uma olhada no que eu estou vendendo:

 Esse vestido eu ía usar na formatura, mas quando chegou (comprei pelos correios) a formatura já tinha passado. Fui com um vestido antigo, mas ainda bonito que usei no meu aniversário. Esse é feito de cetim e é de uma coleção japonesa.
 Sapatilha azul da ferni. Essa eu comprei para combinar com uma bolsa, mas eu errei o número (que avoada eu sou não?), e o sapateiro não achou que ficaria boa se alargasse.
 Essa sapatilha de fivela eu confesso que usei pra caramba, mas infelizmente o pé engordou e ela ficou muito apertada (mesmo depois de fazer uma visita ao senhor sapateiro)
Dvds da novela O profeta. Comprei há um tempão no mercado livre. Vocẽs que me seguem devem achar que surtei, já que eu já declarei que não gosto de novela. Só que teve uma época que eu sofri várias críticas por não acompanhar novela, e me desafiei a ver uma novela inteira. Acabou que perdi esse desafio, não só por falta de tempo, mas que depois de 14 episódios eu já estava sinceramente enjoada da novela.


Tem algumas outras coisas na aba (embaixo do banner de título) que talvez vocês devessem conferir. Vai que agrada? Vai que um de vocês colecione elefantes coloridos ou cds de novelas? Não custa nada olhar, mas bem que eu gostaria que alguém levasse alguma coisa kkkk. De qualquer forma, a loja vai ficar ativa, até alguém comprar alguma coisa e provavelmente vou adicionar uma e outra coisa de vez em quando. 

Um grande beijo!

Alê Lemos.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Amar é...

As pessoas erram por tentarem dar uma definição incompleta para o amor. Aí eu com meus botões cheguei a essa conclusão:
Amar a uma pessoa, é experimentar vários sentimentos diferentes que são na verdade um só, porém que se adapta a diversas situações.
É saber que em cada momento ele se manifesta de um jeito. Uma hora vc coloca as necessidades dele acima das suas*, outras horas você lhe diz não e o desilude para que não sofra mais no futuro, ou então lhe dá confiança para sonhar. É ter prazer de largar tudo para cuidar dele na doença, e preocupação quando a ...vida o torna fraco e sem coragem. É estar disposto a ofender quem o recrimina, mas na verdade vc se cala e o ensina a se defender. É amar aquele jeito que ele tem, e não querer mudar sua essência, apenas dar um cutucão nos defeitos.

É claro que é uma ideia meio curta, e o amor deve ter muito mais que isso, mas até agora é só o que eu experimentei XD. Quem quiser que acrescente algo.


* Essa parte eu não poderia deixar passar sem uma explicação maior. Muitas pessoas interpretam errado essa face. São as namoradas que fazem faxina na casa do namorado (se não morarem juntos), são as que desistem da viagem dos sonhos delas porque o cara não quis ir junto, as que desistem da carreira porque o marido não aceita que a mulher dele trabalhe(ainda existe isso) entre outras coisas. Normalmente a gente só deve por as necessidades do outro acima das nossas, quando a pessoa está doente, quando é nosso filho ou em casos de extrema necessidade. Esse aviso foi quase um aviso do ministério da saúde (risos).

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Dos planos para 2014

Em primeiro lugar, queria desejar um ano maravilhoso a todos. Que vocês saibam lutar pelo que vale a pena, e abandonar o que já está ultrapassado, sem radicalismos. Que possam se reinventar e gerar boas consequências para si mesmos, pois como diria Mafalda:
Foto do site Catraca Livre



É somente modificando nossos pensamentos (que descobrimos estarem errados) e atitudes que veremos as coisas boas acontecerem. É por isso que antes do ano começar eu fiz uma retrospectiva e acho que entendi alguma coisa que devo mudar para que minha vitoria seja completa neste ano que se inicia. Não vou publicar todos os acontecimentos importantes do ano, porque neste post quero falar do futuro. Quero contar meus planos e projetos para 2014 no que se refere a esse blog, para que meus amigos leitores não se sintam desrespeitados com a minha pouca presença por aqui.

Então, quem me acompanha desde o ano passado, sabe que eu parei porque estava enrolada com a faculdade e com o trabalho de conclusão do curso, e que eu tinha prometido voltar com carga total agora em janeiro. O problema é que quando acabaram-se as provas eu caí doente e só agora estou melhorando (estresse é uma m@#$%) de forma que em janeiro ainda estarei ocupada finalizando a monografia, mas pretendo vir todo sábado (timidamente ) postar alguma novidade e comentar em alguns blogs parceiros. Não pretendo fechar esse blog, mas acho que o Entre Livros está quase terminando. Com a parceria do O que tem na nossa estante, a proposta dele está se esvaziando, sabe? Então acho que vou usá-lo muito pouco.

Já no blog O que tem na nossa estante, garanto que comparecerei 3 vezes por mês, porque já tenho muitas resenhas de filmes programadas por lá. Eu recomendo mesmo que todos vocês visitem esse projeto, porque a equipe é grande, e em pouco tempo teremos um acervo considerável de resenhas sobre filmes, livros e séries para guiá-los nos momentos de ócio.

Uma novidade aqui do blog, é que agora em janeiro separarei algumas quinquilharias (livros por exemplo) para vender aqui no blog na aba "loja das ideias". Estou estudando a possibilidade de instalar o mercado pago para facilitar a compra, mas mais tarde anuncio isso com detalhes.  O importante é esvaziar o armário para deixar as coisas boas renovarem a minha vida né não?

Enfim, até sábado meus amigos!

Beijos Alê Lemos.