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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Lupita e Daniel Alves, duas polêmicas racistas de uma só vez.

Abrir a semana com essas duas notícias é entediante. A humanidade parece que não muda de atitude. Dão sempre os mesmos motivos bestas contra a melhoria de mentalidade que tornaria a vida de todos mais fácil.

tirado da página do Tailor
É claro que por um outro ângulo, vemos que nem tudo está perdido, pois essa eleição da Lupita mostra que ao menos tem alguém no topo da hierarquia tentando causar uma mudança. De fato, durante polêmicas as pessoas tendem a revelar o melhor e o pior de si mesmas e o propósito delas (das polêmicas) é flexibilizar as ideias preconceituosas, mas acho muito enfadonho ler sobre o Lado B da discussão. Tem muita gente que produz umas opiniões muito loucas que me causam vergonha alheia.

Nessa foto ao lado, por exemplo, eu me choquei com o fato de ter gente que não ligue para o conforto de meninas negras que passam a se sentirem representadas com a eleição da Lupita. Por que tipo,  quanto mais pessoas satisfeitas, e felizes consigo mesma, menos iniquidades reproduziremos. É preciso produzir um bem estar social para que a sociedade consiga diminuir a violência, para os dois (ou mais) lados. É preciso abolir o conceito eurocêntrico como a única possibilidade do belo, de certo, de bom e civilizado.

Não sei se eu elegeria a Lupita a mais bonita do mundo, porque não acompanhei quem eram as candidatas, mas lembro de ter ficado boquiaberta na cerimonia do Oscar. Ela tem um rosto muito meigo e nada mestiço,* aparentemente. Claro que isso é a minha opinião e ninguém tem que comprar, mas seria de bom tamanho se ao menos abrissem as cabeças para o novo.

Quanto ao Daniel Alves, fiquei chocada de ler que muita gente foi contra a atitude que ele tomou em campo. Quando ouvi que ele comeu a banana que lhe jogaram eu pensei: "Cara, quanta coragem! Se fosse outro teria chorado". Não que chorar seja errado se a pessoa sente vontade, mas o fato dele ter preferido comer a fruta mandou a mensagem de que ele não se rendeu à zombaria preconceituosa. Ele enfrentou a multidão com uma atitude não violenta, mostrou que o xingamento não o atingiu. O choro  ao invés de comover o inimigo dá a ideia de que ele venceu, por mais que na realidade ele é que seja um bosta.

foto de chinfra real
Quanto a campanha da banana, bem, acho um pouco errado as pessoas ficarem indignadas com a comparação, mas porque acho errado usar o macaco como xingamento. Não há animais que mereçam respeito e outros que mereçam ser inferiorizados(porque leão é elogio e macaco é pejorativo?). Todo animal merece respeito, acho até que eles devem ficar envergonhados do nosso parentesco animal com eles porque só fazemos merda uns com os outros e não temos o menor senso de como viver em grupo. Não protegemos nosso clã/sociedade tendo em mente o bem comum. #ShameOnUs. 

Só um ponto de vista não muito ortodoxo...







*Não digo que ser mestiço é ruim, apenas que as pessoas estão mais acostumadas a aceitar negros "embranquecidos" culturalmente ou mesmo fisicamente. Como se os incentivasse a abandonar suas raízes.



Página do tailor: https://www.facebook.com/tailorgrrrl?fref=photo
Página do Chinfra Real: https://www.facebook.com/ChinfraReal?fref=photo

domingo, 27 de abril de 2014

12 lugares novos.

No início do ano, vi muitos blogueiros se comprometendo de participar do Desafio dos 12 lugares, não sei bem quem propôs, mas achei uma ideia ótima. Deve provocar muita gente a sair da zona de conforto.

São Francisco de Assis na entrada da Catedral.
No entanto, apesar de não ter me comprometido virtualmente a fazer, tenho anotado na agenda todos os lugares que visitei pela primeira vez esse ano, e percebi que naturalmente procuramos conhecer lugares novos. Eu por exemplo, comecei o ano indo a Petrópolis, que vocês todos viram na postagem que deixei aqui. Depois eu visitei a cúria dentro da catedral da cidade para pesquisar registros de óbito para minha monografia, e adorei a experiência porque foi a primeira vez que tive contato com um documento histórico. Pode parecer meio esquisito para quem está de fora, mas durante a graduação, se você não tiver bolsa de pesquisa ou ser voluntário para ajudar algum professor, você quase não tem contato com documentos de verdade e assim, não se sente muito como um profissional da área. Então para mim, ver documentos do século XVII e XX foi maravilhoso.

No carnaval eu conheci  alguns lugares no Bairro da Glória, como a praça que tem uma estátua do Getúlio Vargas e a Rua do Russel. Não foi assim a melhor lembrança que tenho, mas está na lista de qualquer jeito né? Afinal para eu conseguir ir tive que fazer muito esforço para largar o conforto da minha caminha.

Fui também pela primeira vez, na confeitaria mais tradicional do Rio de Janeiro: A Confeitaria Colombo. É claro que já tinha passado em frente, mas nunca entrei mesmo para comer alguma coisa. A torta de limão deles era divina! Infelizmente porém, um refrigerante, uma torta e uma porção de salgadinhos deu o total de 40 reais (porque eu dividi a conta com uma amiga). Em resumo: só volto lá com a minha carteira assinada [risos]. Mas até que é um lugar bem bonito:
De qualquer forma, acho que preferi conhecer o outback no aniversario de um amigo. A batata frita deles é uma iguaria, só não gostei muito do refil porque era gigante e estava tão doce que me deixou enjoada. Falando ainda em comida, acabou que em abril conheci também o Pizza grill (a rima não foi proposital) e meninas que maravilha é aquilo lá! Tinha pizza musse de morango, limão e manga, pizza floresta negra e pizza de hambúrguer com queijo. Um monte de combinação doida e saborosa.  Infelizmente de lá não tenho foto para mostrar, espero que vocês acreditem no meu álibi [risos].
E por ultimo, fui ontem no SESC da Tijuca para uma oficina literária do Projeto Geringonça. Nossa foi maravilho e totalmente catártico para mim. No dia 3 de maio vai sair no O Que Tem Na Nossa Estante uma matéria completa sobre essa oficina, mas deixo com vocês algumas das atrações teatrais que teve lá esse mês:
Enfim, ainda estamos em abril e eu já conheci 7 lugares novos. Imagino que a proposta de 12 lugares seria, para que cada pessoa fosse a pelo menos um lugar por mês, mas por enquanto, estou achando que é muito fácil cumprir esse desafio. Espero que ano que vem sejam 24 lugares, aí sim daria mais trabalho para gente kkkk. Um beijo amigos!


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Aniversário da Menina das Ideias.

No finzinho de maio esse blog vai completar 1 ano. A exemplo dos super mercados Guanabara, todos os blogs aniversariantes prometem dar um presente para seus leitores, mas eu,ao menos esse ano, vou inverter a ordem. Afinal faz sentido a aniversariante dar ao invés de receber presentes? kkkk eu acho que não.

Bom, já que quero presentes, vou deixar uma "wish list" no blog. Vai que dentro de algum de vocês existe um papai noel enrustido né não?

1- O Cavaleiro dos sete Reinos















 2-Bolsa de franja











3- Livro A Resposta













                                                                                    4-Como falar dragonês















5 Pingente Evenstar.













Antes que vocês comecem a achar que surtei, é só uma pequena brincadeira viu? É claro que eu ficaria feliz de encontrar qualquer um desses ítens na minha caixa de correio, mas sei que dinheiro não está chovendo na horta de ninguém. Então, proponho uma troca: se você tiver algum dos livros acima e queira trocar, eu tenho disponível para troca "A Garota Traduzida", "A garota que eu quero", "Fallen" e "A irmã de Ana Bolena". É só entrar em contato através do email desse blog.

Agora, só para constar, eu acabei não postando para o projeto "Book Crossing", mas eu "desapeguei" de alguns livros sim esse mês. Quando a Matilde fez aniversário, dei a ela aquele livro do Nickolas Sparks: "Um homem de sorte" e enviei um livro para a Pandora chamado "A filha de Homero". Não sei se PDFs valem, mas quando minha tia me enviou uns 20 pdfs de romances repassei tudo para a Michele, e agora que minha amiga Gleice vai comemorar o aniversário vou dar a ela um livro chamado "A carne e o sangue" que conta a história de Domitila, Dom Pedro e a esposa dele, através de cartas que os três trocavam. Como vocês veem, doar livros não é um problema para mim hehehe.

Bom, isso era tudo, pessoal! beijos!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Sobre o Andamento da Coletânea.

Amigos leitores,


Nesse último domingo, encerrei as inscrições para a coletânea de contos sobre a violência contra  a mulher. Não houve muitas inscrições nesse período de prorrogação, por isso não vou dar mais um prazo para inscrições. Acho que quem estava interessado já se inscreveu e enviou o material.

Não temos um material muito extenso, mas vou publicar assim mesmo. O pouco que temos foi feito com amor e está excelente. Estou satisfeita com as amigas que se disponibilizaram a ajudar. Agora vamos iniciar uma segunda fase do projeto: que é a correção ortográfica. Não sei exatamente quando vai ficar pronto, mas espero lançar até junho.

Até  lá, darei mais notícias, caso haja alguma mudança no projeto. Ah sim! Se alguma professora de português estiver interessada em ajudar a pobre da Michele Lima nesta tarefa de correção apresente-se, quem sabe não diminuiremos o tempo de espera até a publicação?

Um grande abraço, da menina das ideias.

Fui...

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Renascer em Espírito: comentario sobre o filme "O filho de Deus"

Em primeiro lugar, eu gostaria de desejar uma boa Páscoa a todos! E ao contrário de todos que desejam muito chocolate e ovos de Páscoa, eu desejo moderação para os amigos leitores, porque eu mesma, antes  do domingo  já estou meio enjoada de tanto doce.
Vou evitar comer muita porcaria até a Páscoa só para ver se sobrevivo ao feriado, senão adeus fígado!

Mas mudando de assunto, pois Páscoa não é apenas comilança, preparei uma surpresa para a data, que tem tudo a ver com a ocasião: fui assistir "O filho de Deus" no cinema e vim hoje contar o que achei da produção Hollywoodiana.

Estava rolando um boato, de que Diogo Morgado não deveria fazer Jesus, porque era muito sexy, mas apesar de ser gato, não deu para desmaiar no cinema gritando "OMG" feito louca. Na minha singela opinião, para ser sexy teria que ter uma cena com ele sem camisa ou qualquer coisa assim, mas tirando a parte que ele estava todo chicoteado e na cruz, não houve nenhuma cena assim (ah se você ficaria louquinha por ver um cara sem camisa todo ensanguentado, você tem probleminhas).
De qualquer jeito, achei que faltou magia nesse Jesus. Talvez por terem optado por mostrá-lo mais um humano excepcional do que um ser divino encarnado como sempre se fez (ou quase sempre), mas também achei que foi uma narrativa muito corrida e que deixou pouco espaço para o ator mostrar seu melhor na interpretação. O filme faz uma retrospectiva mega veloz da linhagem de Jesus (de Adão e Eva ao rei Salomão mais ou menos) e fala quase nada da infância de Cristo. Após poucos minutos de introdução corrida estilo Schumacher, vemos Jesus adulto descendo a montanha e recrutando Pedro (que nem precisou mudar de nome) * e Mateus (a cena de Mateus me fez chorar, foi boa). Não há muita explicação para os outros seguidores, o que é bom apenas para Madalena pois não reforça o estigma de "prostituta redimida" e  coloca como discípula, igual aos outros apóstolos.**

Mas, apesar da correria, achei alguns pontos positivos no enredo. Ficou muito claro para mim que a morte de Jesus não se deu porque as pessoas não aceitaram suas ideias. Na verdade, o problema foi incompreensão, pois nem o Sinédrio e nem os próprios seguidores dele o compreenderam. Acho que viver é uma luta para compreender todas aquelas coisas simples que ele ensinou, pois nós é que somos complicados e equivocados. Não sei se o filme teve  intensão  de passar isso conscientemente, mas foi a melhor mensagem que extraí dele no meio de todas aquelas cenas meio soltas que eles filmaram de acordo com a tradição  (apesar de que faltou a cena do cego curado no sinédrio).

Hoje vou acompanhar pelo TCM algum filme bíblico a partir de 14 horas, tenho quase certeza de que vou gostar mais dele do que esse que paguei para ver, mas de qualquer jeito, recomendo que vejam e tirem suas próprias conclusões. Um beijo e bom feriado!








* Pedro, se não me engano chamava-se Simão e foi rebatizado pelo mestre de Pedro.

** Uma amiga pesquisadora de religião me esclareceu que Madalena ganhou essa imagem por causa de um Papa que queria desqualificada para o apostolado por ser mulher.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

O estupro é visto do ponto de vista errado.

Outro dia liguei no canal TCM e vi um filme antiquíssimo do Kirk Douglas. Ele era o xerife de uma cidadezinha e enquanto  trabalhava, sua mulher foi violentada e morta por um riquinho mimado.

Bom, o roteiro vocês já podem imaginar né? Ele foi perseguir o rastro do assassino e descobriu que o moleque era filho de um grande amigo dele. Kirk mesmo devendo a vida ao fazendeiro, resolve encurralar e prender o rapaz e levá-lo para ser julgado. Infelizmente o pai, Antony Quinn, era "o dono" da cidade e encurralou Douglas no hotel.

O que interessa mesmo nesse filme, é que em certo momento o garoto assassino diz ao viúvo que sua esposa era apenas uma " mulher índia", que sua morte não significava nada para o mundo. Douglas deu uns bons tapas no cara, como era de seu direito, mas naquela hora eu esperava que além de implicar dor física ao inimigo, ele dissesse o seguinte:

                                                                 "Não há mulheres melhores ou piores que outras, todas são iguais e nenhuma merece ser estuprada."


Mas as palavras ficaram só na minha cabeça. Douglas ficou mudo, e foi aí que eu vi, que para muitos homens proteger a mulher do estupro é defender a própria integridade e reputação social.  O filme não era uma campanha contra o estupro, apenas retratava os sentimentos do marido ultrajado.

Quando farão um filme que conscientize as pessoas de que a mulher não é um objeto?

Enfim, aproveito o tema desse post para lembrar que domingo de páscoa acaba o prazo para o envio de contos para a coletânea sobre violência contra a mulher. Um grande abraço!

domingo, 13 de abril de 2014

Sobre a Polêmica do filme Noé







O cinema possui uma tendência engraçada. De tempos em tempos ele reaproveita temas que foram esquecidos pelo público, tais como: contos de fadas, mitologia grega e egípcia, bruxos, vampiros, anjos E filmes bíblicos. Todos esses temas fazem parte da bagagem da cultura ocidental, e por isso fazem parte do nosso imaginário coletivo.

A cada geração, porém, esses temas vão tomando novas formas. Nos anos 90 Anne Rice era a maior referência da atualidade para vampiros, mas hoje é a Stephanie Meyer (não estou começando um debate sobre qualidade) que devido ao sucesso de sua saga, reinventou o conceito de vampiro para as novas gerações, usando questões próprias dessas gerações que estão surgindo. O mesmo aconteceu em outros filmes, como A Fúria de Titãs, onde o questionamento principal é sobre o destino do homem (somos ou não predestinados a algo?), mas também há um caráter bastante ousado nesse filme que é a destruição de deuses e a permanência do homem(não sei se vocês pensam assim, mas o filme me deu a impressão de que homem é mais importante que as divindades, não que eu acredite nisso, mas foi o que entendi).

Sem querer fugir ao tema que me propus abordar, acredito que "Noé"  dirigido por Darren Aronofsky não foge a essa regra de trazer no roteiro questões contemporâneas. Aliais, além disso, acho que  a intenção do diretor, do roteirista e da produção era criar um filme provocativo, questionador. Eles usaram um tema comum ao nosso imaginário, para que pudéssemos captar a crítica, e para isso lançaram mão da licença poética e modificaram uns 80% do roteiro bíblico. É por isso que a imagem abaixo está corretíssima:

Quando saí do cinema, estava claro para mim que esta foi uma produção muito diferente do Noé que eu assisti quando criança. Na primeira vez que vi  essa história no VHS não havia infanticídio, os filhos de Noé tinham esposas e me lembro muito bem de que o personagem era contra assassinato e a guerra. É claro Deus falava diretamente com Noé, e não através de "mandingas". Não sei de que década essa outra versão vinha, mas está claro que os questionamentos eram outros, e provavelmente havia a intenção de traduzir a história da Biblia um pouco mais fielmente.

Nesse Noé de 2014, porém, eu vejo críticas ao fanatismo religioso, onde pessoas cometem besteiras achando que estão fazendo algo em nome de Deus ( como o caso das gêmeas), vejo também críticas à predestinação (como os anjos caídos que assim como os homens, foram perdoados ao pedir perdão), mas o mais importante, é o questionamento sobre a natureza humana pois quem seria bom ou mau nesse mundo?Que pai não mataria para salvar a vida do filho? Por mais íntegro que ele fosse, nessa hora pecaria contra Deus de qualquer forma. É claro que o filme também critica essa forma de Deus falar diretamente com o homem, pois que pessoa da atualidade ora e é respondida por Ele diretamente? Na minha singela opinião, Deus mostra sua vontade através de situações ou mesmo através da boca de outros (como quando estamos agoniados com alguma coisa, e do nada abrimos um livro e lá tem uma resposta, ou um amigo que nada sabe do nosso problema fala de uma experiência que teve e isso nos causa algum alívio). Não estou dizendo que Ele não tenha falado diretamente com seus profetas, até porque não tenho como provar, pois não vivi naqueles tempos, estou dizendo que o filme se apropriou de nossas formas de conexão com o sagrado para fazer uma crítica contemporânea à nossa sociedade ocidental, através de uma história conhecida por todos.

É possível que as novas gerações saiam do cinema com Noé ressignificado em suas cabeças, mas a proposta em geral, era somente essa: fazer pensar, discutir.
Acho que é por isso que tem criado tanta polêmica. Os crentes (uso a palavra para designar a todos que creem na bíblia, e não somente a protestantes) esperavam ver uma reprodução fiel ao texto sagrado, mas o filme tinha uma proposta diferente. Na minha opinião, essa proposta não deveria ferir a fé de ninguém, pois é apenas um convite à reflexão, à reforma íntima, mas infelizmente a bancada evangélica não tem reagido bem a ele e nem a muçulmana(3 países árabes proibiram a exibição do filme). Não ouvi muitos católicos reclamando, ainda, mas espero que esse texto sirva para amenizar um pouco o impacto que ele causou em todos.

Bom, amigos vou ficando por aqui. Depois me contem o que pensaram.
Beijos!




terça-feira, 1 de abril de 2014

Prorrogação da Coletânea de Contos Sobre a Violência contra a mulher.

Caros colegas de blog,


Umas semanas atrás postei neste blog uma chamada para uma coletânea de contos para discutir o estupro e a violência(que na minha opinião vai além de maus tratos físicos) contra a mulher. O prazo era dia 30 de março, mas apesar de já ter 6 contos, eu gostaria de aumentar o volume do livro, devido aos acontecimentos recentes, que todos já devem estar sabendo.

Além disso vou mudar um pouco as regras. Aceito contos que tenham pelo menos uma página completa, e aceito também poesias e crônicas. Quando enviarem o material para ameninadasideias@outlook.com especifiquem a categoria em que o texto se classifica. Não pode ser um texto preconceituoso que coloque na vítima a culpa da violência ou ter qualquer outra conclusão preconceituosa.

Para contos e crônicas, a fonte tem que ser: times new roman número 12, espaçamento entre linhas 1,5, recuo de primeira linha:2. Para poemas o espaçamento entre linhas é simples.

O novo prazo é o dia 20 de abril, então aguardo a resposta de vocês em breve. Muito obrigada!

Alê.