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domingo, 29 de junho de 2014

Teorias Malucas: Logan Lerman é o Gasparzinho!

Você com certeza conhece Logan Lerman não é? É aquele bonitinho que fez o "Percy Jackson e o Ladrão de raios", o "As vantagens de ser invisível" ou o D'artangan na nova versão dos 3 mosqueteiros. Está difícil de lembrar? Bom, então vou mostrar uma foto dele:

Ele é o de terno preto e de meio sorriso (sorriso inteiro pra mim é quando mostra-se os dentes). Agora que você já tem certeza de quem se trata, vamos à minha quentíssima descoberta: Logan Lerman é o Gasparzinho ressuscitado!  Como eu sei? Bom, simplesmente eu estava passeando pela wikkipédia, já nem sei mais porque exatamente, quando descobri que Lerman esteve em vários filmes famosos dos anos 90/2000, e apesar disso, nós nunca tínhamos ouvido falar nele antes de Percy Jackson! Vejam o fofo (não gosto de falar "bofe", me lembra programas de fofoca sem classe como o do falecido Clodovil) nos seguintes filmes:



                                   Lerman e Mel Gibson em: "o patriota"


                             


                                        Logan L em: Efeito Borboleta


                              Personagem do Logan em "Garotos da minha vida"
                             
                  (Outra cena de "Garotos da minha vida" Drew Barrymore e Logan)

Esse menino era praticamente invisível não? Não é à toa que foi escalado para viver o Charlie em "As vantagens de ser invisível". Acho que o rosto dele mudou muito, ainda não tinha traços tão marcantes quanto no momento em que fez o Percy, mas acho ainda que é possível que simplesmente tenha perguntado à Christina Ricci como funcionava aquela máquina estranha do filme Gasparzinho que trazia os mortos de volta.



Lerman se recusa a falar sobre o assunto. Acusou-me de ser uma jornalista marrom e ameaçou me processar e colocar no hospício, mas achei que vocês deveriam saber da verdade[risos]. Então não estranhem se segunda feira lerem no jornal que eu fui presa. Um bom fim de tarde para vocês!

A sua menina das ideias!

domingo, 22 de junho de 2014

Exposição do Salvador Dalí no CCBB RJ.

Quem me conhece há muito tempo sabe que sou rata de exposição.  Desde pequena eu me sinto atraída pela arte. Gosto do Da Vince, do Picasso, do Fra Filippo Lippi, do Renoir, do Van Gogh e agora do Dalí [risos] porque fui na exposição do ccbb ante-ontem e senti um empatia por esse artista. Olha o figura:


Passei umas quatro horas na fila com duas amigas e acredito que valeu muito a pena. Ao contrário do que muitos esperavam, nessa exposição nos deparamos não só com a fase surrealista dele, mas acompanhamos seu amadurecimento  como artista e várias de suas experiências pictóricas, além é claro de descobrir fofocas históricas, como na legenda deste quadro :


Segundo estava escrito, Dalí fez uma visita a Picasso e logo após produziu esse quadro. As imagens não estão lá grande coisa porque não podia usar flash, mas a impressão que tive deste auto-retrato de Dalí é que parece ser um recorte de fotos misturadas. Por mais contraditório que seja fazer um retrato de si que não se pareça totalmente com seu rosto, acho que esta ideia fala mais do pintor do que se ele resolvesse fazer uma pintura renascentista de si. Quer dizer, há alguns detalhes na tela que mostram hábitos e preferências do retratado, que dão pistas sobre a personalidade dele. Sem falar que é uma experiência visual nova que desconstrói e nos força a pensar (tenho fraco por coisas assim kkkkk). Mas além desse quadro, achei interessante outra pintura que mostra sua busca por um estilo próprio:

A moça é a irmã do Dalí. Nessa foto não sei se dá para ver o que vou dizer agora, porque sabe como é né? Assim como quando uma pessoa reconta uma história, detalhes se perdem ou se modificam nas fotos. Porém, se você repararem o rosto da moça parece mais "realista" (tem aspas porque há uma enoooorme discussão sobre realismo na arte, qualquer dia explico melhor) enquanto que a roupa parece ter um estilo mais contemporâneo (falando em termos de traços e pinceladas), ao menos ao vivo parece.

Mas sem sombra de dúvidas, a melhor parte é a fase Surreal. Eu não gosto muito de representações de pessoas sem rosto, me parece meio assustador ou fantasmagórico, mas Dalí consegue fazer coisas muito sublimes com essas formas:

                                                 Outras nem tanto:

 Temas religiosos eu não vi muito, a não ser essa linda Madona com o menino Jesus:

 Mas o mais divertido era procurar certas formas nos quadros. O guia  da casa disse que Dalí Adorava colocar referências de sua esposa Gala, muletas,(por causa de ter vivido um período de guerras) e de Napoleão.  Eu achei uma referência a Napoleão, acho que uma a Shakespeare e vi várias muletas. A Gala eu não percebi muito, mas o que me divertiu mais foi esse quadro aqui:

 Ele se chama "O busto do Voltaire". De início fiquei tentando achar o Voltaire no meio dessas 5 pessoas mas fiquei frustrada e fui olhar outra coisa, mas quando voltei o Voltaire apareceu pra mim. Você conseguem vê-lo? As duas pessoas de chapéu compõem seus olhos, maçãs do rosto, queixo e o nariz é o espaço entre as duas. Divertido não?

Bom, esse post já ficou enorme. Queria mostrar mais fotos, mas duvido que alguém lesse até o final sem se cansar terrivelmente. Vou Fazer uma segunda parte dessa exposição durante a semana e prometo que coloco mais fotos do que pitacos. Um grande abraço!

A menina das ideias.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Quando resolvi assistir um jogo da Copa.

Quando eu era pequena cheguei até a pintar as unhas de verde e amarelo por causa da copa, mas eu não assistia aos jogos. Não gosto de futebol e gosto menos ainda de ficar naquela agonia esperando um gol. Então passei a maioria das copas trancada no quarto.

Na última copa, a de 2010, eu resolvi assistir aos jogos para me distrair de um trabalho da faculdade. O professor me odiava e eu sempre fui uma menina hiper nervosa quando o assunto é responsabilidade. Mas o Brasil foi eliminado e minha paixão por futebol continuou nula.

Esse ano eu não estava pensando em assistir aos jogos da seleção. Não que eu estivesse no clima da "Revolta do Vinagre" de 2013, mas não tinha parado ainda para pensar no assunto. Só fiquei sabendo que iria assistir nos últimos minutos, quando a família começou a me sacanear por causa das outras copas (bateu aquele orgulho besta e uma vontade de contrariar). Outro motivo para assistir foi a curiosidade de saber como o Brasil está vivendo esse momento (lá vai a Historiadora "entrar em campo"),pois desde o início da semana noticias divertidas sobre as seleções estavam rolando. Houve jogadores que dançaram o Lepo-Lepo, outros distribuíram simpatia pela praia e alguns que visitaram o Vidigal. Parecia mesmo que eles estavam tirando férias e tentando ao máximo aproveitar o Brasil.

Adorei também a guerra dos bruxos da Copa. O feiticeiro de Gana que "embruxou" Cristiano Ronaldo e a réplica do feiticeiro português foram hilárias. Só lembrei das histórias de feitiço do meu avô. Pena que o Sorin não levou a brincadeira sobre Vodu na esportiva (os apresentadores da ESPN Brasil encenaram um vodu com o Messi) mas fazer o que né? Eu desconfio que a seleções de futebol tem o mesmo peso que a bandeira e o hino nacional para os povos da nossa época, pro Brasil principalmente, porque a gente pode não saber cantar o hino inteiro e bater palmas para ele, mas a seleção reúne o povo todo.

Apesar da "gaiatisse"  que estava rolando, na internet as críticas  do povo continuaram durante toda semana. Li sobre o tatu-bola que não ganhou nenhuma atenção (e precisa muito porque está entrando em extinção), mesmo sendo o mascote da Copa e vi sobre as manifestações. Não sei como vai ficar daqui pra frente, mas nesse primeiro momento o amor pelo futebol venceu a força do "Gigante Adormecido", ou melhor, deu um maracujina  para ele.
Aqui no Rio meia dúzia de gatos pingados foram para as ruas dar trabalho para a polícia e em São Paulo uns 300 (é mais razoável esse número) se manifestaram, mas a prova cabal que o amor pelo futebol venceu, foi quando a torcida do Corinthians  espantou os blackblocs (segundo ouvi dizer) que queriam quebrar o Itaquerão. É muito engraçado porque de super engajados passamos para pelegos num segundo só, mas tenho sentido que já há algum tempo essa revolta está se esvaziando (talvez por causa de uma falta de direcionamento?).

Enfim, eu tinha mesmo era que  contar como foi minha visão do jogo. Confesso que comecei a assistir e já fiquei nervosa porque a seleção parecia estar com medo de atacar, aí ficavam com aquela bolinha pra cá e e pra lá e voltavam para o meio campo do Brasil sem fazer progresso algum. Comecei a sentir que meus pés estavam frios (os amigos do sul que se indignem, mas provavelmente a temperatura só estava  a 20 graus por aqui) e não deu outra: o pobre do Marcelo fez gol contra. Bateu uma peninha dele! O pobre meio que desapareceu no jogo, mas achei bom não o terem substituído, afinal ele deu foi muito azar mesmo. Sem saber se fui eu quem dei azar com meus pés frios, coloquei uma meia rosa e o Brasil começou a avançar no território adversário criando várias oportunidades (com muita dificuldade porque o time da Croácia é muito bom mesmo).

Senti que nossos jogadores agiram um pouco de má fé. Fizeram teatro demais e aquele pênalti foi muito roubado, mas os croatas também mostraram que vieram para bater. Pena que não gravei os nomes, mas teve algumas faltas sinistrinhas (não como as da Costa do Marfim na ultima copa, graças a Deus!). Apesar disso, considero que os croatas foram os adversários ideais. Eles nos mostraram as falhas da equipe e ofereceram uma disputa muito acirrada, o que acredito que vá elevar os esforços do time. Espero que no jogo contra o México os jogadores estejam mais integrados e que os técnicos deem um fim nos "fominhas". Por mais que eu não goste de futebol (todos os comentários técnicos eu devo ao meu irmão e ao meu pai kkk) eu adoraria ser hexa kkkkkk.

Acho que eu esqueci de falar da abertura, mas deixa pra lá porque não tenho nenhuma opinião sobre mesmo kkkk. Não Sou nem contra ou a favor da Cláudia Milk, mas achei interessante o PitBull se interessar pelo Olodum.


terça-feira, 10 de junho de 2014

Nova Série do Blog: escrito nas Estrelas, parte1#Gêmeos.

Há um bom tempo eu anunciei que faria uma série sobre astrologia neste blog. Eu sou completamente amadora em astrologia, para falar a verdade, mas durante uns 5 anos eu li muitos horóscopos e fiz as mais variadas sinastrias amorosas no site do  Personare até o ponto em que a astrologia passou a fazer sentido.

Não estou querendo convencer ninguém de que os astros tem algum poder sobre nossas vidas, só quero compartilhar umas situações engraçadas que vivi enquanto observava e tentava adivinhar os signos das pessoas. Na verdade, quando se trata de advinha eu sou péssima, mas sempre que a pessoa revela a época do ano em que nasceu, eu passo a observar o modo como ela reage e sente, e sempre acabo encontrando alguma característica que bate.

Como estamos no mês de junho, vou começar falando de Gêmeos, mas antes disso, é preciso esclarecer certas dúvidas frequentes, como: "Como você pode acreditar nisso? Você acha que só existem 12 tipos de personalidade?" Não, eu acho que existem infinitas configurações de personalidades, acontece que quando se fala em "signos" a maioria das pessoas acredita que só possuem um, que é o signo relativo ao dia e ao mês em que nasceu. Em outras palavras, só conhecem a posição do sol no momento em que nasceram, mas eu pergunto: e onde estavam a Lua, o planeta marte, Vênus e Júpiter (e o resto do sistema solar)?

Cada planeta influencia uma área da sua vida. Vênus posicionada numa das 12 casas indica como as pessoas se relacionam amorosamente. O sol é o verdadeiro eu, o ascendente de certa forma é como quem está ao teu redor te vê. Marte é como o indivíduo reage a conflitos  e Plutão muitas vezes revela o inconsciente. Logo, percebe-se que não são simplesmente 12 possibilidades, pois cada um  combina o zodíaco e o sistema solar de uma forma única, que é o que se chama de :"mapa astral". É por isso que de cara eu não consigo adivinhar onde o sol da pessoa se localiza (além do meu amadorismo). Há muitas coisas que interferem na personalidade da pessoa.

No entanto, estudando as pessoas e prestando atenção ao que elas dizem, pude encontrar alguns pontos em comum a respeito de seus "sóis". Vejamos o primeiro caso:

GÊMEOS:


Não me lembro de ter conhecido muitas pessoas de Gêmeos na vida, mas convivo com duas diariamente. São duas pessoas boas e alegres de fato, mas conviver com elas é muuuuuito divertido. Noto que elas são muito ciumentas (e apesar delas dizerem que isso é próprio de gêmeos ainda não cheguei a essa conclusão), contraditórias*,  cosmopolitas e prolixas.

Uma vez chamei uma das duas de "bizarramente contraditória" e quase fui apedrejada no facebook.  Bom quem lê isso fora de contexto (e talvez com o contexto ainda ache) fica achando que foi quase uma briga que tivemos, mas na verdade eu falei isso gargalhando. A pessoa é protestante convicta, mas adora estudar as religiões africanas (inclusive morre de vontade de ter uma pintura de orixá em casa) e já disse a seguinte frase: "Na outra vida fui espírita (kardecista)". Mas o fato é que ela adora a diversidade, e isso é algo admirável. A maioria das pessoas tem muito o que apreender com essa atitude.

Acho que o mito das "duas caras" dos geminianos é uma má interpretação dessa característica. Não é que ele seja falso, só é capaz de de vez em quando ser o oposto de si mesmo. Quando conversam, ou soltam piadas muito inspiradas ou tendem a falar atropeladamente emendando um assunto no outro. Acho que a comunicação é muito importante para eles, porque adoram falar. Há também uma tendência a falas vagas, ou por parábolas, típicas do grupo ar ao qual pertencem (libra e aquário também possuem essa característica), mas não são todos assim não.

De certa forma, eu encaro cada signo como um grupo de características que cada pessoa pertencente a ele tende a seguir parcialmente. Ou seja, pode haver geminianos prolixos que não falam por parábolas, ou geminianos contraditórios e não prolixos. Tudo vai depender do resto da combinação que a pessoa tiver no mapa astral. É claro que podemos ter um geminiano típico, que seja tudo isso, mas aí dependeria se os outros planetas também se posicionassem nesse signo (o que é possível, mas na minha humilde opinião é um desequilíbrio).

Por fim, só quero lembrá-los de que quem vos fala é uma sagitariana [risos] e provavelmente isso interfere no meu julgamento. E você? Já teve uma experiência afetiva/de amizade com um geminiano?

 




*Conheço uma pessoa de gêmeos tão contraditória que passou 6 meses falando muito bem da esposa- inclusive dizendo que só conseguia pensar nela como companhia para a velhice- e por um acaso infeliz do destino ele sofreu um acidente e descobrimos que ele estava a 9 meses separado dela.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Desabafo

Neste momento em que estou cada vez mais próxima de pegar meu diploma, a vida me apressa para tomar uma decisão: o que fazer de agora em diante?

Eu só tenho uma certeza nesse momento: eu quero estudar História da Arte. Até chegar a essa decisão eu quase surtei. Pensei em trocar de curso no penultimo período de faculdade e tentar jornalismo, ou talvez psicologia, ou será pedagogia? Não havia um período histórico em que eu quisesse me especializar e isso estava me desesperando. No entanto, por acaso (ou não)  resolvi me matricular numa aula de história da arte e para meu espanto, tirei uma das maiores notas da turma e me diverti escrevendo o trabalho. Isso nunca tinha me acontecido em todos esses anos nesta mesma empresa de tal graduação: foi amor à primeira vista.

Depois de todo esse trabalho para me encontrar, não acho justo comigo mesma desistir da minha vocação, mas parece que todo mundo acha que estou errada. Estou sendo pressionada por todos os lados para fazer algo que não quero. Minha mãe, por exemplo, quer que eu faça logo um mestrado qualquer, só porque eu continuaria com meu orientador e depois fazer outro mestrado na área que eu gostaria de fazer, outros já agem como se fosse certo que eu escolherei continuar com meu tema, por mais que eu diga que não tô afim. nenhum deles se preocupa com minha fadiga mental e espiritual (estou com dores de cabeças frequentes), já querem que eu emende a graduação com o mestrado, não importando que falte apenas 2 meses para a prova de seleção e eu não estudei nada.

Eu não sou máquina sabe? Eu preciso me "descontaminar", relaxar e esquecer um pouco toda essa informação, se não eu surto. Não sou a fulana ou o ciclano que tem um hiper "pique" e saem emendando uma coisa na outra. Até porque, eu não sou uma pesquisadora nata, por mais que eu tenha descoberto um caminho para mim dentro da Academia, minha essência é muito mais artística que CDF. Só tô nessa para ter alguma chance de ganhar a vida, mas confesso que com todo esse "zum,zum,zum" estou ficando com vontade de desistir de tudo e viver de brisa.

#Prontofalei!

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Malévola



Não sei se eu já falei por aqui, mas eu sou muito fã dos desenhos da Disney. Minha princesa favorita é a Bela Adormecida. Sinto um pouco de vergonha disso, porque Aurora é o maior pilar do Machismo nas obras disneyanas (afinal quem se aventura, na verdade, é o príncipe Felipe, Aurora é apenas o troféu, lindo, encantador e perfeitinho que ele ganha após uma guerra travada contra Malévola), mas ainda gosto dela por causa da minha infância. Traz boas memórias da minha vida.

Enfim, eu adoro a princesa, e odiava a bruxa Malévola. Digo odiava porque não teve como continuar com o rancor depois dessa nova produção dos estúdios Disney tendo como principal a personagem antagonista. Em alguns aspectos me pareceu que o filme retomou o roteiro do desenho de 1959, como na cena do batizado onde Jolie encarnou a falsidade e a dissimulação caracteristicas da animação, imitando inclusive a expressão facial desenhada na primeira versão Disney do conto. Só que além disso ela emprestou ao personagem um pouco da sua sensualidade e o jeito perigoso de Lara Croft.

Além de ser um personagem trés charmant não dá para não simpatizar com a fada que foi traída por seu amor: Estevão, um ambicioso garoto que deseja ser rei e para isso estava disposto a mutilar até mesmo uma pessoa querida. Concordo que não foi nada legal ela descontar num bebê todo seu ódio, mas Malévola vai aos poucos curando suas mágoas através de Aurora, a quem chama de "Praguinha". Aliás, descobri que prefiro a vilã do que as "três boas fadas". Fauna, Flora e primavera são os seres encantados mais burros e atrapalhados de toda Moors. Em certas partes elas vacilaram feio em cuidar da princesa que eu acabei me lembrando daquela cena de Mathilda sendo esquecida pelos pais dentro do carro (veja:https://www.youtube.com/watch?v=xOYf3hoRXQQ). Totalmente negligentes.

Outro personagem que me cativou nesse filme foi o corvo. No desenho ele me parecia muito antipático, mas se tornou uma figura muito engraçada e resmungona, porém muito fiel à Malévola e à Aurora . É muito engraçado quando ele é transformado em algum bicho que ele não gosta, fica reclamando um tempão, e falando de como gosta de ser um corvo. Eu tinha esperanças que ele se tornasse o escolhido da princesa, mas eles resolveram colocar um fedelho mal saído das fraldas no lugar.

A única coisa que não gostei no filme foi  a magreza da Angelina Jolie. Não que pessoas magras sejam feias, longe de mim dizer isso, mas o rosto da atriz ficou tão estranho! Parecia uma caveirinha de batom vermelho. Se ela não fosse bonita naturalmente a personagem não teria tido tanto charme. Alguém tinha que avisa a Hollywood, ou melhor, à Disney, que por mais que eles queiram dar um ar mágico aos personagens, é preciso cuidar da saúde das atrizes. Claro que parte do desenho do rosto deve ter sido ajeitado em computador, mas como ouvi falar que Angelina teve que ser internada durante as gravações por causa de uma dieta maluca que estava fazendo, não pude deixar de reclamar disto.

Bom, quanto ao final, não posso dizer que fosse inesperado. As discussões feministas acabaram criando um novo clichê que fez a empresa rever a ideia de "amor verdadeiro", então o felizes para sempre meio que não aconteceu da mesma forma como acontece na versão animada da princesa que espeta o dedo "na budega medieval"- essa expressão está entre aspas porque eu a ouvi durante o filme no cinema, um grupo de cinco ou quatro pessoas estava discutindo atrás de mim sobre o desenho da bela, só que eles confundiram a Aurora com a Branca de neve-, mas não deixa de passar um boa mensagem, na minha opinião.

E você já viu Malévola?